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Resultado da maratona literária e nova parceria



























E aí, turma? Tudo tranquilo?
Como estão todos nesse calor em que parece que há um sol pra cada um?
Eu não aguento mais, não. Quero frio e quero agora!

Sobre a Maratona Literária de carnaval, vish... não fui bem, não. Li apenas 2 livros. E eu fiz vários videos durante o carnaval, mas meu editor de vídeo tá dando pau e acabei desistindo. Vou contar por escrito mesmo.

Eu comecei com A Esperança, terceiro livro da trilogia Jogos Vorazes. Esse livro me surpreendeu muito! Eu li o primeiro livro e achei ok, mas não amei loucamente como a maioria dos leitores. O segundo livro foi na mesma, achei legal também, mas só isso. Agora esse terceiro livro... Foi muito bom! Teve ação, teve choro... Gostei demais!

E depois que li o livro, fui ver os filmes, partes 1 e 2, porque não tinha visto ainda.
Gente, os filmes deixaram muito a desejar pra mim. Na minha cabeça a coisa foi beeeemmmm melhor... rsrs.

Tudo bem, tudo lindo, comecei o segundo livro da maratona: Convergente, último da trilogia Divergente.
O que foi aquilo? Eu tinha gostado taaannto de Divergente e de Insurgente! Mas o terceiro livro tomou um rumo bem diferente e eu fiquei muito, muito frustrada. Quer dizer, eu sabia sobre a morte de um dos personagens, mas a surpresa mesmo foi pela história em si. Achei decepcionante.
E depois disso, acabou que não consegui ler mais. Convergente me bloqueou pra leituras, tamanha foi a minha frustração... rsrs.

Depois disso só vi filmes e séries. Não li mais nada. Muito ruim isso.

Então esse foi o saldo da minha maratona de carnaval: 2 livros lidos. Que miséria.

Agora, a novidade que eu tenho, é que o blog é o mais novo parceiro da editora Galera Record. Turma, tô tão feliz por isso!

Muito obrigada à editora por acreditar no blog. Obrigada mesmo.

E é isso, turma. Essas são as notícias de hoje. 
Amanhã eu viajo e fico fora até o próximo sábado. Então acho que não vai ter post na semana que vem. Vamos ver, ainda não me decidi. 

Até a próxima!

Os efeitos positivos da leitura sobre o cérebro

Muitos dos efeitos positivos da leitura já viraram até clichês de tão debatidos: ampliar o vocabulário, estimular a criatividade, etc. No entanto, outro efeito curioso foi descoberto. Segundo uma pesquisa americana, a leitura de romances permite que a pessoa se transporte, não só no sentido metafórico, mas também biologicamente, para o corpo do personagem. Como isso funciona? A Universidade Emoroy convocou 19 voluntários para ler o romance Pompeii, de Robert Harris. Eles se comprometiam a ler 30 páginas por dia, devendo responder a questionários para comprovar a realização da tarefa. Além disso, antes, durante e depois do experimento, seus cérebros eram escaneados para monitorar as atividades. Os resultados das ressonâncias mostraram que: 1) a atividade da área de compreensão textual ficou mais ágil, ou seja, sua capacidade interpretativa foi desenvolvida e 2) a cada cena de ação, o cérebro respondia da mesma forma que responde às atividades físicas em questão: correr, nadar, etc.

Incrível, não é? Será que ler, além de tudo, emagrece? Bem, a pesquisa não fala sobre isso. Também não se sabe ao certo quanto tempo duram esses efeitos no cérebro, após o fim da leitura. Então, o ideal é estar sempre em contato com os romances, e livros em geral, um delicioso alimento para a inteligência.
Outra pesquisa, da Universidade de Washington e Lee, constatou que pessoas que leem têm mais empatia. A experiência foi feita de maneira simples: voluntários leram histórias curtas e em seguida conversavam com os pesquisadores sobre o quanto tinham gostado do texto; no meio da conversa, os pesquisadores derrubavam canetas no chão, fazendo parecer acidental. Foi percebido que, quanto maior a identificação com a história lida, maior a disposição a levantar e ajudar a recolher as canetas. Isso se explica devido à empatia que o leitor sente em relação aos personagens de um livro, o que o torna mais propício a ser tolerante e solícito com as pessoas na vida real.
Portanto, agora você já tem uma base científica para convencer aquele seu amigo que ainda não curte muito ler a mergulhar de cabeça no universo literário. Ele só tem a ganhar: além de se divertir com o enredo, pode se tornar uma pessoa mais ágil na interpretação textual, mais inteligente, mais legal, etc.
Está esperando o que para agarrar o livro mais próximo? Mãos à obra, quer dizer, cérebro à obra! ;)  (Fonte: Homo Literatus)

Lançamento de "Surpreendente", novo livro de Maurício Gomyde.

Lá no ano de 2011, eu recebi um recado no Skoob, de um cara muito bacana, autor nacional, me oferecendo seu livro pra resenhar. Como eu já havia lido algumas resenhas muito boas daquele livro e ele parecia ser bem legal, aceitei, é claro.

Passados alguns dias, recebi o livro. Era modesto, mas numa edição muito bem feita. Não demorou pra eu descobrir que o cara legal deu conta de tudo: escrever o livro, revisar, publicar de maneira independente... Enfim, ele realmente arregaçou as mangas e trabalhou duro pra ter o seu sonho realizado no papel.

Lá fui eu ler o livro. E conheci outras pessoas bem legais. E também conheci o Horácio, aquele papagaio que tinha um jeito tão peculiar de acordar o seu dono:

“- LEVAAAAAAAANTA, FÉLA DA PUTAAAAAAAAAAAAAAA!”

Como eu gargalhei com aquela história!
Até hoje, quando me pego lendo alguns trechos aleatórios – porque eu sou dessas - , ainda gargalho.

Terminei o livro com um sorriso no rosto e a conclusão de que o cara muito bacana escrevia muito bem. Tinha jeito pra coisa, na minha humilde opinião de leitora.

E depois que li seu livro e fiz a resenha, passamos a conversar quase que diariamente. Tanto sobre livros quanto sobre coisas corriqueiras. (É verdade, está tudo documentado lá no meu Skoob ainda! :D)

Algum tempo depois, o cara muito bacana escreveu outro livro, e me enviou, é claro. Autografado, graças a Deus! E com esse livro ele ganhou meu coração. E depois desse vieram outros dois. E eu sempre lendo suas histórias, sempre rindo e sempre chorando com elas.

E nesse tempo todo, sempre conversamos. Umas vezes mais, outras menos, mas o suficiente para eu poder dizer que tenho-o como um grande amigo.

Alguns anos depois o cara muito bacana começou a crescer e finalmente assinou contrato com uma editora. Como eu fiquei feliz! E aí, depois de quase 3 anos conversando apenas pela internet, eu pude conhecê-lo pessoalmente. E viver toda aquela emoção de fã, de ver-se cara a cara com seu autor preferido, com uma pessoa que você tanto admira.





Agora, o cara muito bacana está alçando novos voos e será publicado por uma nova editora.

Mas qual é o livro, San?, você me pergunta.

E eu lhe digo: É este aqui, ó:

Sinopse:

"Surpreendente! - Pedro Diniz tem um desafio e um problema pela frente.O desafio: filmar um roteiro magnífico capaz de surpreender o público e conquistar o grande prêmio do cinema brasileiro. O problema: não ter ideia de como fazer isso.
Aos 25 anos, recém-formado, Pedro está convencido de que é um sujeito muito especial, que tem a missão de usar o cinema como instrumento para melhorar o mundo. Diagnosticado na adolescência com uma doença degenerativa que o condenaria à cegueira, ele contraria a lógica da medicina quando a perda de sua visão estaciona de forma inexplicável. Enquanto comanda o último cineclube de São Paulo e trabalha em uma videolocadora da periferia, Pedro planeja seu próximo filme, a obra que vai consagrá-lo. E, para animar as coisas, conhece a intrigante Cristal, uma ruivinha decidida, garçonete e estudante de física nuclear, que mexe com seu coração.
A perspectiva idealista de Pedro, porém, sofre sérios abalos. Atormentado por um segredo, ele parte com os amigos Fit, Mayla e Cristal numa longa viagem até Pirenópolis, em Goiás, a bordo de um Opala envenenado. Com câmeras nas mãos e espírito de aventura, a equipe técnica improvisada está disposta a usar toda a sua criatividade na filmagem feita na estrada ao sabor de encontros inesperados e de sentimentos imprevisíveis. E o jovem cineasta descobre que, quando o destino foge do script, nada supera o apoio de grandes amigos".
  

Link no Skoob: http://www.skoob.com.br/livro/518898ED525943

Se tenho dúvidas de que será outro sucesso do meu querido Maurício? Nenhuma.
Se estou ansiosa pra ler e saber qual será o misto de emoções que ele me fará experimentar desta vez? Completamente.

Maurício, meu querido, toda sorte e sucesso pra você com esse livro novo, que certamente eu lerei. 
Que venham todas as resenhas boas que você merece, que nos atropelem todas as emoções com as quais nos presenteia e que muito mais pessoas sejam apresentadas ao seu jeito tão particular de escrever. 
E que Miguel, Rafael e Gabriel abençoem essa nova história.

Te admiro muito e estou muito feliz por esse livro novo. :)

Leiam, Maurício Gomyde, meus queridos!
Leiam, porque eu recomendo muito!




O que acontece com o seu cérebro quando você lê Jane Austen?


E aí, gente? Tudo bem?
Dia desses eu estava de bobeira na minha time line (o que é muito comum) e dei de cara com essa matéria, da Revista Galileu. Achei muito, muito legal e decidi dividir com vocês. Segue abaixo:

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, realizou um estudo para verificar uma possível conexão entre leitura, atenção e distração.
Para isso, a equipe, composta por neurobiólogos, radiologistas e especialistas da área de humanas, fez com que os participantes da pesquisa lessem trechos da obra “Mansfield Park”, de Jane Austen, enquanto estavam na máquina de ressonância magnética.
Segundo Natalie Phillips, a principal autora do estudo, esse foi “um dos primeiros experimentos a estudar como nossos cérebros respondem a literatura”.
OS PARTICIPANTES TIVERAM QUE ALTERNAR SEUS RITMOS DE LEITURA PARA QUE OS PESQUISADORES AVALIASSEM OS FLUXOS DE SANGUE EM SEUS CÉREBROS.

O experimento foi conduzido da seguinte forma: os participantes (todos candidatos a um PhD em literatura inglesa em Stanford) tinham que ler um capítulo do livro de Austen projetado em um espelho dentro máquina de ressonância magnética. De tempos em tempos, os pesquisadores pediam que os voluntários alterassem seus ritmos entre o de uma leitura relaxada e o de uma mais atenta.


Com a máquina de ressonância magnética, foi possível que os pesquisadores tivessem uma visão do fluxo de sangue dentro dos cérebros dos participantes. “Percebemos que só a mudança de atenção já mostra um grande impacto no padrão de atividade durante a leitura”, diz o neurocientista Bob Dougherty.
Por fim, ambos os tipos de leitura causaram um aumento no fluxo de sangue no cérebro, porém em áreas diferentes. “Isso serve para nos mostrar que poderíamos ter algum tipo de treinamento cognitivo, nos ensinando como ajustar a nossa concentração e como passar por diferentes formas de atenção”, conclui Phillips.
(Fonte: Revista Galileu)

Interessante, né?
Beijocas!

Mas o que é isso, afinal? - Distopia


Distopia ou antiutopia é o pensamento, a filosofia ou o processo discursivo baseado numa ficção cujo valor representa a antítese da utopia ou promove a vivência em uma "utopia negativa". As distopias são geralmente caracterizadas pelo totalitarismo, autoritarismo, por opressivo controle da sociedade. Nelas, caem as cortinas, e a sociedade mostra-se corruptível; as normas criadas para o bem comum mostram-se flexíveis. A tecnologia é usada como ferramenta de controle, seja do Estado, seja de instituições ou mesmo de corporações.
Distopias são frequentemente criadas como avisos ou como sátiras, mostrando as atuais convenções sociais e limites extrapolados ao máximo. Nesse aspecto, diferem fundamentalmente do conceito de utopia, pois as utopias são sistemas sociais idealizados e não têm raízes na nossa sociedade atual, figurando em outra época ou tempo ou após uma grande descontinuidade histórica.
Uma distopia está intimamente conectada à sociedade atual. Um número considerável de histórias de ficção científica que ocorrem num futuro próximo do tipo das descritas como "cyberpunk", usam padrões distópicos de uma companhia de alta tecnologia dominando um mundo em que os governos nacionais se tornaram fracos.


O primeiro uso conhecido da palavra 'distopia' apareceu num discurso ao Parlamento Britânico por Gregg Webber e John Stuart Mill, em 1868[2]. Nesse discurso, Mill disse:

"É, provavelmente, demasiado elogioso chamá-los utópicos; deveriam em vez disso ser chamados dis-tópicos ou caco-tópicos. O que é comumente chamado utopia é demasiado bom para ser praticável; mas o que eles parecem defender é demasiado mau para ser praticável."

Portanto, Mill se referia a um lugar mau, ao oposto de utopia.

Em grego, a partícula δυσ (translit. "dis" ou "dys") exprime 'dificuldade, dor, privação, infelicidade'; a palavra τόπος (translit., topos) significa 'lugar'. Portanto, 'distopia' quer dizer 'lugar infeliz, ruim'. Já a palavra 'utopia' se compõe de ου (translit. ou, latinizado como u-), advérbio de negação, e τόπος, 'lugar' . Assim, utopia significa 'lugar nenhum', e distopia significa 'lugar ruim'.

A maioria das distopias tem alguma conexão com o nosso mundo, mas frequentemente se refere a um futuro imaginado ou a um mundo paralelo no qual a distopia foi engendrada pela ação ou falta de ação humana, por um mau comportamento ou por ignorância.

A literatura distópica costuma apresentar pelo menos alguns dos seguintes traços:
  1. Tem conteúdo moral, projetando o modo como os nossos dilemas morais presentes figurariam no futuro.
  2. Oferecem crítica social e apresentam as simpatias políticas do autor.
  3. Exploram a estupidez coletiva.
  4. O poder é mantido por uma elite, mediante a somatização e consequente alívio de certas carências e privações do indivíduo.
  5. Discurso pessimista, raramente "flertando" com a esperança.

Ouça J. R. R. Tolkien recitando um poema na língua dos elfos

Bom dia, turma, tudo bem?
Eu li isso no site da revista Superinteressante alguns dias atrás e simplesmente tive que dividir com vocês!
Não é novidade pra ninguém aqui o quanto eu amo O Senhor dos Anéis. Então imaginem o autor recitando um poema na língua dos elfos! Just Awesome! Espero que aproveitem a matéria, porque eu adorei!



Se você conhece minimamente a obra de J. R. R. Tolkien, o que eu acho muito provável, já deve ter ouvido falar que o cara inventou idiomas inteiros para cada criatura fantástica presente na Terra Média. Uma dessas línguas, possivelmente a mais famosa, é o Quenya, um dos idiomas élficos.
Quando Tolkien criou o vocabulário, alfabeto e tudo mais para que os elfos da história pudessem conversar, ele aproveitou para escrever algumas obras literárias em élfico. Afinal, por que desperdiçar um idioma inteiro só com diálogos, né?
Uma dessas peças literárias é o poema “Namárië” (Adeus), também conhecido como “O Lamento de Galadriel”. O poema é o maior texto escrito nessa língua e figura na coleção “The Road Goes Ever On”, uma reunião de canções folclóricas que são entoadas em vários cantos da Terra Média.
Bem, como Tolkien já tinha criado um idioma e escrito obras completas nele, nada mais lógico que recitar a própria poesia. E foi isso mesmo que ele fez. No vídeo abaixo, você ouve o pai de Frodo falando em Quenya. Dá até pra imaginar um audiobook da Trilogia do Anel toda em élfico. Ouve aí.
Ficou curioso para saber como seria o texto escrito do poema? Dê uma olhada na primeira estrofe em tengwar e tehtar, os caracteres do alfabeto élfico.



A tradução aproximada para o português ficaria ~~mais ou menos~~ assim:
Ah! Como ouro caem as folhas ao vento,
Longos anos inumeráveis como as asas das árvores!
Os longos anos se passaram como goles rápidos do doce hidromel
Em salões altos além do oeste,
Sob as abóbadas azuis de Varda
Onde as estrelas tremem na canção
De sua voz de Santa e Rainha.
Quem agora há de encher-me a taça outra vez?
Pois agora a Inflamadora, Varda, a Rainha das Estrelas,
do Monte Semprebranco, ergueu suas mãos como nuvens
E todos os caminhos mergulharam fundo nas trevas;
E de uma terra cinzenta a escuridão se deita
sobre as ondas espumantes entre nós
E a névoa cobre as jóias de Calacirya para sempre.
Agora perdida, perdida para aqueles do Leste está Valimar!
Adeus! Talvez hajas de encontrar Valimar.
Talvez tu mesmo hajas de encontrá-la. Adeus!

Fonte: Aqui


Só eu fiquei emocionada com essa matéria, esse poema e esse tudo?
Gente, esse homem é O CARA!
Sou super fã mesmo e tenho orgulho de dizer isso.

Espero que tenham gostado do post tanto quanto eu gostei! 


Mas o que é isso, afinal? - Steampunk

Olá, turma!
Começa aqui uma coluna nova no blog, que será postada de tempos em tempos, quando eu tiver uma coisa legal pra contar. Começamos com o gênero Steampunk, falando sobre o que significa essa palavra e de onde surgiu.


Steampunk é um subgênero da ficção científica, ou ficção especulativa, que ganhou fama no final dos anos 1980 e início dos anos 1990. Trata-se de obras ambientadas no passado, ou num universo semelhante a uma época anterior da história humana, no qual os paradigmas tecnológicos modernos ocorreram mais cedo do que na História real, mas foram obtidos por meio da ciência já disponível naquela época - como, por exemplo, computadores de madeira e aviões movidos a vapor. É um estilo normalmente associado ao futurista cyberpunk e, assim como este, tem uma base de fãs semelhante, mas distinta.
O gênero steampunk pode ser explicado de maneira muito simples, comparando-o a literatura que lhe deu origem. Baseado num universo de ficção cientifica criado por autores consagrados como Júlio Verne no fim do século XIX, ele mostra uma realidade espaço-temporal na qual a tecnologia mecânica a vapor teria evoluído até níveis impossíveis (ou pelo menos improváveis), com automóveis, aviões e até mesmo robôs movidos a vapor já naquela época.


Apesar de várias obras agora consideradas como fundadoras do gênero terem sido publicadas nos anos 1960 e 1970, o termo "steampunk" se originou no final dos anos 1980 como uma variante de "cyberpunk". Como as histórias do "steampunk" prototípico eram essencialmente contos cyberpunk ambientados na passado, usando tecnologia da era do vapor em vez da ubíqua cibernética do cyberpunk, mas mantendo as atitudes "punkistas" dessas histórias em relação a figuras de autoridade e à natureza humana. Originalmente, como o cyberpunk, o steampunk foi tipicamente distópico, geralmente com temas de noir e ficção pulp, como uma variante do cyberpunk. À medida que o gênero se desenvolveu veio a adotar mais um apelo utópico das sensibilidades dos romances de ficção científica do século XIX.
A ficção steampunk se foca mais sobre a tecnologia real, teórica ou cinemática da era vitoriana (1837-1901), inclusive motores a vapor, aparelhos mecânicos, e a Máquina diferencial. Apesar de muitas obras steampunk serem ambientadas em cenários vitorianos, o gênero tem se expandido até para cenários medievais e geralmente passeia pelos domínios do terror e da fantasia. Várias sociedades secretas e teorias conspiratórias são geralmente apresentadas, e alguns steampunks incluem elementos significativos de fantasia. Além disso, há frequentemente influências lovecraftianas, ocultistas e góticas.

Para os curiosos, aqui vai uma lista de obras Steampunk da literatura. É só clicar no link e conferir!

Fonte: Wikipedia

Espero que tenham gostado!


Entrevista com autora Laura Elias

Bom dia, gente!

Hoje eu trago a vocês uma entrevista que a nossa querida autora Laura Elias deu para o programa Universo Fantástico, em 2011.

Para quem não conhece os livros da autora, é uma ótima oportunidade para conhecê-los.
E para quem já conhece, poderá agora conhecê-la um pouco mais.

Laura Elias, além de uma ótima escritora, é uma pessoa super pra cima, alegre, simpática e adora uma boa conversa.

Até agora eu li apenas dois de seus livros (os outros estão com edições esgotadas =/) e adorei! Foram Crepúsculo Vermelho e Lua Negra. São livros ótimos e eu estou doida para ler o terceiro que, infelizmente, ainda não saiu.

Bem, fica aí a entrevista e espero que vocês gostem tanto quanto eu gostei.




Quem quiser entrar em contato com a autora, pode fazê-lo através de sua Fan Page recém criada. Aproveitem pra curti-la também. :)

E aí, gostaram?  
Espero que sim!

TAG: Big Brother Literário.

Boa noite, turma, tudo bem?
Este post é uma tag muito criativa para a qual eu fui indicada pela Camis, do Colecionadores de Histórias. 
Achei bastante divertida. Não fiz em vídeo porque... porque não quis mesmo. :P 
A coisa toda é muito simples: é necessário escolhermos 12 personagens de livros para participar do programa e um 13º (trêzimo) que será o apresentador, no lugar do Bial.
Então vamos aos meus "heróis".


Começando pelas mulheres:

Kelsey Hayes (série A Maldição do Tigre) - É uma garota inteligente, centrada e culta. Sempre é necessário que haja alguém assim na casa para ensinar aos demais sobre alguma coisa. E também para desempenhar a função de pacificador nos momentos de tensão. Tentaria ser amiga de todos.

Finnula Crais (Liberte Meu Coração) - Porque a presença de uma "mulher macho" é imprescindível para encrencar com as meninas mimimis e os marmanjos folgados. Acharia as meninas umas frescas, mas obrigaria-se a entrar para uma panela para conseguir ganhar o jogo.

Anna Oliphant (Anna e o Beijo Francês) - Muito parecida com a Kelsey, porém mais meiguinha e doce, para derreter os marmanjos de plantão. Outra que tentaria se dar bem com todo mundo, mas que se magoaria muito pelas atitudes dos demais.

Poppy Wyatt (Fiquei Com Seu Número) - O que seria da casa sem uma destrambelhadinha para dar mancadas, falar bobagem e trapacear nos jogos de palavras? Seria amiga de todos.

Nora Grey (série Sussurro) - Toda edição que se preza, tem a garota que é um porre pra ficar de mimimi no confessionário. Apenas. Paredão toda semana, isso se não saísse no primeiro.

Esperanza Diaz (série Myron Bolitar) - Saradona, ex-estrela de luta livre, bota qualquer folgado no lugar e é bem na dela, não se mistura muito. O tipo que diria "To aqui pra jogar, sou o que sou e se dane quem não gostar de mim". #EsperanzaRocks!

Os homens:

Alaghan Dhiren Rajaram (série A Maldição do Tigre) - O príncipe-tigre lindo, culto, elegante, educado, cavalheiro e tudo-de-bom. Tratará as senhoritas da casa com muito respeito e ficará dividido entre Kelsey e Anna. Escreverá poemas sobre sua indecisão. Se as duas forem para o paredão juntas, então, sofrerá de depressão profunda. Tornaria-se o grande ouvinte de Nora porque é educado demais pra dispensar uma garota, por mais irritante que seja.

Windsor Horne Lockwood III (série Myron Bolitar) - Ah, Win! Sagaz, sarcástico, ácido e lindo. Podre de rico e prático, só se envolveria com alguma das meninas se isso fosse lhe trazer algum benefício. Seja no jogo ou... enfim. Diria que está no jogo apenas pela experiência. Daria-se bem nas festas e contaria para todos sobre seus jogos de golfe em clubes vips e os finais de semana agradabilíssimos nos Hamptons. Talvez atirasse na Nora.

Christian Grey (trilogia Cinquenta Tons de Cinza) - Lindo, rico, pervertido, controlador e filantropo. Participaria do jogo apenas para doar o prêmio para os necessitados de algum país pobre. Não seria de muita conversa, ficaria mais na sua. Em todas as oportunidades, aproveitaria para dar recomendações ao Taylor quando o programa estivesse sendo exibido ao vivo. Talvez se interessasse por Kelsey e Anna, mas pegaria mesmo a Esperanza. Talvez até dispensassem o edredom. Olharia com curiosidade para Finnula, e ficaria cheio de tesão imaginando como seria domá-la. Nem notaria Nora na casa.

Jared (A Hospedeira) - Toda edição tem o cara um pouco mais velho, metido a machão, ranzinza, que, apesar de ter um bom coração, é esquentado e implica com tudo. Não sei se teria um par na casa, mas certamente trocaria faíscas com Win.

Emmett Cullen (série Crepúsculo) - O garotão saradão e brincalhão da casa. Apenas. Talvez desse uns pegas na Nora. 

Damon Salvatore (Diários do Vampiro) - O lindo e hipnotizante bad boy vampiro que seduziria as garotas nas festas e irritaria os rapazes por fazer o que eles não tivessem coragem. Armaria intrigas lá dentro e depois bancaria o santo. Hipnotizaria Nora para que ela saísse ouvindo as conversas e corresse fofocar tudo pra ele. Forte candidato a ganhar.

O apresentador? Myron Bolitar, é claro! Crianção, mas charmoso, inteligente e engraçado. Seria demais vê-lo sacaneando com a turma da casa.

Bem, esse foi meu time.
Espero que tenham gostado.

Fiquem à vontade para responder esta tag todos que passarem por aqui.
No entanto, sou curiosa e gostaria muito de saber quais seriam os escolhidos de


Beijo grande!






TOP "PIRIGUETAGEM LITERÁRIA"



Bom dia, turma! Como estão todos?
Bem, pra este domingo eu tenho uma retrospectiva pirigueteira na categoria Livros. 
Mas, afinal de contas, o que é uma piriguete literária? 
Para respondê-los, nada melhor do que usar a definição da própria criadora do termo (e querida gêmea minha), a Luciana Mara, em seu blog TOC por Livros:

“De acordo com o dicionário Aureliânus sofre de piriguetismo literário aquele(a) que troca de paixão platônica fictícia toda semana, e usa a expressão 'é meu' quando descreve algum personagem. Este tipo de piriguete usa ou usará óculos e sente frio (característica principal que a diferencia das outras espécies).”

Esclarecido o termo, então vou colocar aqui pra vocês os moçoilos que me fizeram piriguetar - literariamente falando - em 2012. Embora eu tenha lido muitos livros este ano (mais do que esperava, pelo menos), apenas 6 ganharam meu coração, então serão apenas esses que citarei abaixo. O convite para fazer esse post veio da minha outra querida gêmea (a família é grande! :P) Nanda, do Viagem Literária, que piriguetou horrores e teve 10 gatíssimos em sua lista. Bem, o que posso dizer? Sou a mais comportada das gêmeas. :P

Ok, então vamos à lista dos 6 irresistíveis que me arrebataram o coração em 2012.

1. Étienne St. Clair de Anna e o Beijo Francês (Stephanie Perkins)
Como não amar St. Clair? Como? Até o nome é lindo!
Alto, moreno, sorriso lindo e todo o resto também. Meigo, engraçado, cavalheiro,  solícito, brincalhão. As qualidades desse fofo são inúmeras e não é difícil perceber por que foi que Anna caiu de amores por essa gracinha. Sim, Este ano, St. Clair é o número 1 no meu coração.


2. Christian Grey da trilogia Cinquenta Tons de Cinza (E. L. James)

(Tem dó, gente, como não ser ele? :P)
Me apaixonei por Christian? Não. Mas que o rapaz é sexy, ninguém pode negar. Forte, cabelos claros, olhos cinza, olhar enigmático... É problemático, tem suas manias estranhas, mas aos poucos ele acorda pra vida e percebe que levar uma vida ao estilo baunilha pode ser bem interessante. E como a trilogia vai para o cinema, tenho que dizer que não aceito menos que Ian Somerhalder (vide foto acima) para o papel de Christian, tanto pela beleza como realmente pela interpretação. Na pele de Damon Salvatore na série The Vampire Diaries, Ian é tão perfeito no papel de cruel quanto no de bom moço e seu olhar transmite verdade em ambas situações. Sem contar que nas cenas calientes ele também não economiza dedicação e o resultado é de, digamos, nos fazer babar. 


3. Khal Drogo de A Guerra dos Tronos: As Crônicas de Gelo e Fogo (George R. R. Martin)
 "My sun and stars" *-*
(suspiro) Que homem é esse, minha gente? É verdade que em A Guerra dos Tronos nós encontramos muitos homens piriguetáveis (Jon Snow, James Lannister, Edard Stark e por aí vai - acreditem, pra mim, até Tyrion Lannister tem seu charme e o acho pegável...rs. Juro!), mas vamos admitir, minha gente: quando os deuses novos e os antigos criaram esse homem, eles estavam no augue de sua inspiração e bom humor, porque "benzadeuses", o que que é isso? Da beleza não preciso falar, porque está estampada aí em cima (e pra quem assiste à série sabe que eu falo muito sério!). O cara é valente, corajoso, luta que é uma beleza e tem a pegada! E quem é que não se derrete quando ele chama sua Khaleesi de "Lua da minha vida"? Esse ganha o título de homem mais lindo dos 7 reinos disparado.


4. Tomas Ventura de O Rosto que Precede o Sonho (Maurício Gomyde)
E esse fofo? Tomas é um cara muito bonito, divertido, adora boa música e é super aventureiro! Trabalha criando trilhas sonoras para comerciais e filmes (que máximo!), canta, toca e ainda escreve poemas. É engraçado, inteligente, muito educado, brincalhão, muito leal aos amigos e tem sempre algo de bom pra dizer. Nunca reclama de nada, não destrata ninguém e está sempre de bem com a vida, mesmo que nem sempre a vida esteja de bem com ele. Confesso que senti uma ivejinha da Aurora por tudo que viveu com ele. Simplesmente lindo!


5. Alagan Dhiren Rajaram (ou apenas Ren) de A Maldição do Tigre (Colleen Houck)
Um príncipe lindo, de pele bronzeada, olhos azuis, sorriso de fazer qualquer coração parar, gentil, educado e que, ainda por cima, se transforma num tigre! Preciso dizer mais alguma coisa? ahahaha Dhiren é um fofo, sempre cheio de cuidados com Kelsey e sempre muito galanteador elegante, a todo tempo disposto a protegê-la, seja na forma de humano ou de tigre. Ai, ai.... (outro suspiro)

6. Windsor Horne Lockwood III (Win) da série Myron Bolitar (Harlan Coben)
Win é sócio e melhor amigo de Myron Bolitar em uma série de livros publicados por Harlan Coben e os dois fazem uma dupla imbatível juntos.
O rapaz é bem alto, loiro, forte, olhos azuis, de porte elegante herdado da família podre de rica e tradicional. Também é mestre no golfe e nas artes marciais, inteligentíssimo, bem humorado e muito, muito sarcástico. As tiradas de Win são sempre perfeitas e chegam na hora exata. Mesmo com seu jeito esnobe e arrogante (só com quem merece), Win transbora charme e elegância em todas as cenas em que aparece.












Bem, esses foram meus 6 escolhidos.
E vocês? Quais foram seus personagens piriguetáveis deste ano?
Fiquem a vontade para responder este post também. E vale tanto para meninas quanto para meninos, viu?
E se fizerem, por favor, não se esqueçam de deixar o link aqui pra eu ver a lista de vocês, ok?

Beijos e ótima semana pra todo mundo!

LER DEVIA SER PROIBIDO!

Vagabundeando pelo Facebook, deparei-me com o texto abaixo e pensei: Por que não divulgar no blog? Afinal, é pra isso que ele existe, né não?

O texto é fabuloso, muito bem escrito e verdadeiro em cada palavra. Espero que gostem tanto quanto eu gostei. :)



LER DEVIA SER PROIBIDO 

"A pensar fundo na questão, eu diria que ler devia ser proibido.

Afinal de contas, ler faz muito mal às pessoas: acorda os homens para realidades impossíveis, tornando-os incapazes de suportar o mundo insosso e ordinário em que vivem. A leitura induz à loucura, desloca o homem do humilde lugar que lhe fora destinado no corpo social. Não me deixam mentir os exemplos de Dom Quixote e Madame Bovary. 

O primeiro, coitado, de tanto ler aventuras de cavalheiros que jamais existiram meteu-se pelo mundo afora, a crer-se capaz de reformar o mundo, quilha de ossos que mal sustinha a si e ao pobre Rocinante. Quanto à pobre Emma Bovary, tomou-se esposa inútil para fofocas e bordados, perdendo-se em delírios sobre bailes e amores cortesãos.

Ler realmente não faz bem. A criança que lê pode se tornar um adulto perigoso, inconformado com os problemas do mundo, induzido a crer que tudo pode ser de outra forma. Afinal de contas, a leitura desenvolve um poder incontrolável. Liberta o homem excessivamente. Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. 

Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-la com cabriolas da imaginação.

Sem ler, o homem jamais saberia a extensão do prazer. Não experimentaria nunca o sumo Bem de Aristóteles: o conhecer. Mas para que conhecer se, na maior parte dos casos, o que necessita é apenas executar ordens? Se o que deve, enfim, é fazer o que dele esperam e nada mais?

Ler pode provocar o inesperado. Pode fazer com que o homem crie atalhos para caminhos que devem, necessariamente, ser longos. Ler pode gerar a invenção. Pode estimular a imaginação de forma a levar o ser humano além do que lhe é devido.

Além disso, os livros estimulam o sonho, a imaginação, a fantasia. Nos transportam a paraísos misteriosos, nos fazem enxergar unicórnios azuis e palácios de cristal. Nos fazem acreditar que a vida é mais do que um punhado de pó em movimento. Que há algo a descobrir. Há horizontes para além das montanhas, há estrelas por trás das nuvens. 

Estrelas jamais percebidas. É preciso desconfiar desse pendor para o absurdo que nos impede de aceitar nossas realidades cruas.

Não, não deem mais livros às escolas. Pais, não leiam para os seus filhos, pode levá-los a desenvolver esse gosto pela aventura e pela descoberta que fez do homem um animal diferente. Antes estivesse ainda a passear de quatro patas, sem noção de progresso e civilização, mas tampouco sem conhecer guerras, destruição, violência. Professores, não contem histórias, pode estimular uma curiosidade indesejável em seres que a vida destinou para a repetição e para o trabalho duro.

Ler pode ser um problema, pode gerar seres humanos conscientes demais dos seus direitos políticos em um mundo administrado, onde ser livre não passa de uma ficção sem nenhuma verossimilhança. Seria impossível controlar e organizar a sociedade se todos os seres humanos soubessem o que desejam. Se todos se pusessem a articular bem suas demandas, a fincar sua posição no mundo, a fazer dos discursos os instrumentos de conquista de sua liberdade.

O mundo já vai por um bom caminho. Cada vez mais as pessoas lêem por razões utilitárias: para compreender formulários, contratos, bulas de remédio, projetos, manuais etc. Observem as filas, um dos pequenos cancros da civilização contemporânea. Bastaria um livro para que todos se vissem magicamente transportados para outras dimensões, menos incômodas. E esse o tapete mágico, o pó de pirlim-pim-pim, a máquina do tempo. 

Para o homem que lê, não há fronteiras, não há cortes, prisões tampouco. O que é mais subversivo do que a leitura?

É preciso compreender que ler para se enriquecer culturalmente ou para se divertir deve ser um privilégio concedido apenas a alguns, jamais àqueles que desenvolvem trabalhos práticos ou manuais. Seja em filas, em metros, ou no silêncio da alcova. Ler deve ser coisa rara, não para qualquer um.

Afinal de contas, a leitura é um poder, e o poder é para poucos.

Para obedecer não é preciso enxergar, o silêncio é a linguagem da submissão. Para executar ordens, a palavra é inútil.

Além disso, a leitura promove a comunicação de dores e alegrias, tantos outros sentimentos. A leitura é obscena. Expõe o íntimo, torna coletivo o individual e público, o secreto, o próprio. A leitura ameaça os indivíduos, porque os faz identificar sua história a outras histórias. Torna-os capazes de compreender e aceitar o mundo do Outro. Sim, a leitura devia ser proibida.

Ler pode tornar o homem perigosamente humano."

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