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Vi e gostei

Bom dia, turma, tudo bem?
Já faz um bom tempo que não falo por aqui sobre o que eu ando assistindo e o que recomendo, né? 
Resolvi fazer isso hoje. 

No Banco de Séries está rolando um desafio chamado Projeto Fall Season, que consiste em você assistir a todos os pilotos que estrearam na fall season, que é o período mais importante para séries na TV americana entre os meses de Setembro e Maio. 

Enfim, achei bem legalzinho o desafio e decidi participar. Tenho que dizer que assisti a muitos pilotos péssimos, que me fizeram questionar a sanidade das pessoas - ou a falta dela - por gastarem dinheiro com produções tão ruins!

Porém, felizmente, nesse monte de pilotos péssimos, encontrei uma série da qual eu gostei muito! E é sobre ela que vou falar agora:

The Good Doctor


Nesta série, Freddie Highmore vive o papel de Shaun Murphy, um rapaz autista, diagnosticado com Savantismo (A síndrome do sábio, síndrome do idiota-prodígio ou savantismo (do francês savant, "sábio") é considerado um distúrbio psíquico com o qual a pessoa possui uma grande habilidade intelectual aliada a um déficit de inteligência. Tais habilidades são sempre ligadas a uma memória extraordinária, porém com pouca compreensão do que está sendo descrito. - Fonte: Wikipedia) e tem um desejo bem ousado: começar seu programa de residência cirúrgica em um hospital muito importante. 

Suas habilidades e capacidade são questionadas e postas à prova o tempo todo pelos médicos do hospital, que acreditam que Shaun não passa de um retardado incapaz, que acabará fazendo uma besteira a qualquer momento e comprometendo a credibilidade e a reputação do hospital. O único que acredita nele é o presidente do conselho, que foi quem o contratou. 

Eu nunca assisti a Bates Motel, então não posso falar da atuação de Freddie Highmore nessa série, mas em The Good Doctor ele está simplesmente fantástico! Esse garoto precisa ganhar vários prêmios e logo, pois seu personagem é sensacional, e eu falo sério. Eu já estou completamente viciada e fico ansiosíssima esperando pelo próximo episódio semana a semana. Sem contar que já derramei várias lágrimas durante alguns episódios. 

Mas tenho que ressaltar uma coisa: se você é como eu, fã de Grey's Anatomy, não vai gostar muito da parte médica em si de The Good Doctor, pois ela deixa um pouco a desejar, já que o foco é mesmo em Shaun e no seu autismo, e não no hospital em si. Então, apesar de serem séries médicas, uma é bem diferente da outra e, em matéria de sangue, casos legais e medicina, Grey's Anatomy é bem melhor. Porém, quem liga para os casos médicos quando Freddie Highmore nos cativa quase que instantaneamente com Shaun Murphy? 

Eu já recomendei a série a vários amigos meus e agora faço questão de recomendar aqui também. Se vocês ainda não assistiram, por favor, deem uma chance, garanto que vão gostar! 

Segue o trailer abaixo, pra terem uma ideia de como é a série.


Book jar challenge






















E aí, turma? Tudo bem?
Eu tenho centenas (sim, centenas, não estou exagerando) de livros não lidos na minha estante e nunca consigo escolher um deles pra ler, o que faz com que eu os deixe pra trás com mais e mais frequência. 

Assim, decidi aderir ao Book Jar Challenge. O que é isso?
Basicamente, é o "Desafio da jarra de livros". Você escreve os nomes dos livros não lidos em vários papeizinhos e coloca todos em uma jarra/pote/caixa/qualquer coisa. Aí, toda vez que estiver sem ideia do que ler, você vai lá e tira um papelzinho. O livro que estiver nele, é o que você ler. 

No meu caso, não foi uma jarra, nem um pote. Foi uma lata:



E nela eu coloquei todos os livros não lidos na minha estante, resultando em 250 papeizinhos.




A maioria escolhe apenas 12 livros, para ler um a cada mês. Eu coloquei todos e não estipulei um prazo para terminar. Vou lendo até acabar, mas sem pressa ou pressão. Quando acabar, acabou! :)
Vamos ver quando esvaziarei minha latinha.

É uma boa pedida pra quem quer ler os livros e não consegue se decidir por qual começar. 

Alguém de vocês conhece esse desafio? Já fizeram? Conseguiram terminar? 
Me contem!

Beijocas! 

Papa Francisco lê J.R.R. Tolkien e recomenda























De acordo com o blog italiano Inoltre, do escritor Saverio Simonelli, Papa Francisco já leu as obras de Tolkien e as recomenda a todos como uma boa literatura contemporânea.
Quando ainda era cardeal, Francisco leu os livros de J.R.R.Tolkien e utilizou as obras em seus sermões.  Dentre eles, destaca-se o sermão realizado na homilia de uma missa de páscoa em 2008:
“Na literatura contemporânea, Tolkien retrata em Bilbo e Frodo a imagem do homem que é chamado a caminhar e seus heróis conhecer e aplicar, apenas andando, o drama  da escolha “entre o bem e o mal”. Mas é uma luta, acrescenta ele, em que não falta a dimensão do “conforto e da esperança” . “O homem no caminho – explica –  tem dentro de si a dimensão da esperança: aprofunda-se na esperança. Em toda a mitologia e nessa história ressoa o eco do fato de que o homem é um ser ainda cansado, mas é chamado ao caminho, e se não entrar nesta dimensão desaparece como pessoa e se corrompe”.
Desse ensinamento de Francisco, percebe-se que ele falava sobre os momentos de aflição de Bilbo e Frodo diante da tentação pelo uso do Um anel, ressaltando que é necessário manter a esperança e lembrar-se dos momentos de conforto. Esse é justamente um dos pontos chaves de O Senhor dos Anéis na viagem de Frodo, que, quando em momentos difíceis, lembrava-se do Condado e isso lhe dava esperanças para continuar a caminhada a até a Montanha e destruir o anel.  (Fonte: Tolkien Brasil)

Além de carismático, centrado e humilde,  nosso querido Papa demonstra ter um excelente gosto literário. :)





Os clássicos e as regras do baile


























E aí, turma? Tudo bem?
Eu não sei quanto a vocês, mas eu adoro ler clássicos, romances históricos, romances de época e tudo o que se refere a isso. E nesses livros, sempre há pelo menos um baile. Nesses bailes, mulheres precisavam esperar para serem convidadas para dançar, os cavalheiros convidavam várias, mesmo que não quisessem, só para que uma delas não tomasse um chá de cadeira e ficasse esquecida num canto... Há muitas coisas interessantes sobre esses bailes. Vamos ver? 

As regras dos bailes

Ocasiões mais que especiais, os bailes eram sempre muito esperados. No século XIX e início do século XX, vários bailes de todos os tipos foram realizados em salões públicos e casas particulares. Haviam, por exemplo, bailes de caridade destinados à captação de recursos, bailes organizados por sociedades e associações, e bailes à fantasia, que embora menos frequentes eram muito populares. Havia também os bailes de debutantes em que as jovens senhoritas eram apresentadas à sociedade.





















As Regras

Bailes foram particularmente muito populares durante a Era Vitoriana (1837-1901). Era uma época em que a sociedade era governado por estritos preceitos morais, e legiões de guias foram publicados sobre como se comportar corretamente, como se vestir adequadamente e o que dizer em várias situações específicas. Manuais sobre etiqueta e dança também abundavam.

O manual britânico de 1866: The Ball-Room Guide, dá conselhos sobre a forma de elaborar a lista de convidados para um baile privado. É nos dito, por exemplo, que se deve geralmente convidar mais pessoas do que confortavelmente podem ser acomodados porque é raro que todos os convidados apareçam. E para garantir que a pista de dança seja preenchida, deveriam ser convidados mais homens do que mulheres.

Babados, Leques e Trajes formais

O salão de festas era sempre ricamente decorado e iluminado, em honra aos convidados ilustres.

Os homens deveriam estar vestidos elegantemente, é claro, mas as mulheres sempre iam especialmente resplandecentes, e seus belos vestidos reforçariam a rica ornamentação.


Um manual francês de 1880 escrito por Eugène Giraudet descreve o que se deve vestir em um baile:
“Para as senhoras, um vestido de cor clara, com um decote revelando os ombros e braços, e luvas longas. Elas devem levar em uma das mãos um leque feito de marfim ou madrepérola e na outra o seu cartão de dança. Muitas senhoras preferem, como eu, um corpete de corte quadrado ou forma de coração rasa para um vestido com muito decote. Às vezes, o decote e topos dos braços expostos, poderão ser cobertos com gaze ou tule […].  
Os homens devem usar um terno preto ou fraque, gravata branca, calça preta e sapatos polidos […] Luvas brancas são de longe preferíveis; no entanto, se alguém deseja usar luvas tingidas de cor creme ou cinza-pérola, deve-se ter cuidado para que o calor das mãos não faça o corante manchar o corpete da parceira de dança.” 
As mulheres casadas eram livres para usar vestidos extravagantes, penteados e acessórios. Mas as jovens senhoritas que estavam sendo apresentadas á sociedade tinham de se vestir modestamente. A modéstia, assim como pureza e discrição, foram qualidades altamente valorizadas em mulheres jovens.
O leque era um elemento indispensável da elegância das senhoras, que também lhes permitia expressar-se sem palavras, por exemplo: Dependendo se o leque estava fechado, aberto ou “vibrando”, poderia transmitir uma recusa, interesse ou entusiasmo.



A Etiqueta no Salão de Baile


Havia um protocolo rígido durante a Era Vitoriana. Um homem podia convidar qualquer jovem da sua escolha para dançar, enquanto a última devia sentar-se recatadamente esperando esse convite. Um cavalheiro, no entanto, tinha esperar para ser reconhecido por uma jovem mulher antes de enveredar para falar com ela.

A acompanhante da jovem, muitas vezes sua mãe, nunca se afastava muito, ela se certificava de que as regras da decência não foram ultrapassadas.

As danças de uma senhorita poderiam ser reservadas com antecedência, caso em que o nome do jovem era escrito no seu cartão de dança.
























Não era aceitável para um homem dançar mais de uma vez com o mesma parceira. E se o seu convite à dança foi recusado, ele nunca deveria insistir. No entanto, a menos que ela tivesse um razão séria para isso, uma jovem mulher nunca foi de recusar um convite para dançar. Finalmente, nada era mais rude do que para um homem ou uma mulher esquecer-se de que ele ou ela tinha prometido uma dança a alguém.

Durante os bailes privados, o  anfitrião tinha de se certificar de que nenhuma das meninas ficaram sentadas sem uma dança. Ele teria que convidar quem ainda não tinha dançado na pista de dança. Em geral, esperava-se que todo homem convidado para um baile iria se levantar e dançar, por cortesia básica para os anfitriões.














Os Bailes eram um magnífico lugar para o encontro entre homens e mulheres, eram  ambientes coloridos, bem iluminados e serviam de rica forragem para a imaginação. Eles eram uma forma extremamente popular de entretenimento, pois, apesar de suas inúmeras restrições, tais eventos eram a oportunidade perfeita para jovens casais terem um contato mais próximo, para segurar pela mão ou pela cintura. Os Bailes serviam também como locais para se fazer conexões e afirmar um sócio de um certa classe social ou para se encontrar um marido ou esposa, mas, principalmente,  era um lugar que proporcionava grande diversão para todos os presentes. (Fonte: Nasci no século errado)


Quanta coisa! Um mundo de regras e comportamentos a serem observados. Mas mesmo com esse monte de regras, confesso que eu gostaria muito de ter vivido nessa época pra vivenciar tudo isso. :)

Ceia de Natal em Hogwarts para os fãs de Harry Potter.






















Um dos eventos mais esperados, todo ano, pelos estudantes da escola de magia de Hogwarts, a ceia de natal no salão principal vai sair das páginas dos livros e cenas dos filmes e virar realidade pela primeira vez. E será aberta aos não-alunos, bruxos ou trouxas. No dia 3 de Dezembro, os convidados do grande jantar terão a oportunidade de sentar nas mesas originais do filme com direito a bebidas e canapés na chegada. Cada um receberá uma varinha mágica, outra entrada e um prato principal (com peru ou opção vegetariana). Objetos originais criados pela produção e utilizados pelo elenco agora estarão nas mãos dos fãs, que também poderão aproveitar o passeio para ver a versão natalina do castelo, toda coberta de neve (que fica em exposição de 13 de novembro a 31 de janeiro).



O salão principal da Escola, onde parte da ação acontece ao longo dos sete anos em que Harry e seus amigos eram estudantes de lá, e normalmente uma corda separa a mesa do banquete dos visitantes. Mas não nessa noite especial, onde após a ceia todos terão a oportunidade de explorar os cenários, inclusive a recém inaugurada réplica da plataforma 9 1/2 com direito à locomotiva Hogwarts Express original, e é lá que receberão 3 sobremesas natalinas cada. E é claro que a cerveja amanteigada (que não é alcóolica) também estará disponível à vontade. Para encerrar a noite, música e dança em um bar aberto para quem quiser comprar mais bebidas.



















A grande ceia de natal de Hogwarts começará às 6 da tarde e vai até meia-noite, mas a entrada é proibida para menores de 18 anos. Ingressos precisam ser comprados com antecedência pelo site e os visitantes terão que dividir mesas que comportam dez pessoas cada. E quem quiser desfrutar de uma noite como um verdadeiro estudante de Hogwarts vai precisar desembolsar a quantia salgada de 230 libras por pessoa (cerca de 1400 reais). (Fonte: O Globo)

Que legal poder jantar em Hogwarts e sentir toda a energia boa do Natal num lugar dos sonhos desse! Infelizmente, não é para meu bolso no momento (rsrsrs), mas que isso é o máximo, é! 

Blind date with a book



























E aí, turma, tudo bem?
Descobri uma coisa super legal na internet: o Blind Date With a Book (Encontro às cegas com um livro).

Com inspiração na frase "Não julgue o livro pela capa", algumas livrarias nos Estados Unidos começaram a vender livros completamente embrulhados, sem mostrar a capa. O leitor tem acesso a apenas algumas palavras-chave que são relacionadas ao livro: ficção, não-ficção, romance, ação, história, fantasia, com uma breve descrição sobre o assunto do livro. 



O objetivo é levar o leitor a experimentar algo diferente. Afinal, quem nunca perdeu de ler um livro maravilhoso só porque não achou a capa atraente? Ou, pelo contrário, achou a capa linda, mas, depois de ler, descobriu que a história não era do seu gosto. 

A verdade é que, apesar de a capa ser a primeira coisa que nos chama a atenção num livro, independente de ela ser feia ou bonita, a gente só vai mesmo descobrir se gosta ou não do livro depois que ler, não é?



Não é muito, muito legal essa ideia? :D

As nossas livrarias bem que podiam fazer o mesmo aqui, né?

E aí, o que acharam? Me contem. ;)

Os efeitos positivos da leitura sobre o cérebro

Muitos dos efeitos positivos da leitura já viraram até clichês de tão debatidos: ampliar o vocabulário, estimular a criatividade, etc. No entanto, outro efeito curioso foi descoberto. Segundo uma pesquisa americana, a leitura de romances permite que a pessoa se transporte, não só no sentido metafórico, mas também biologicamente, para o corpo do personagem. Como isso funciona? A Universidade Emoroy convocou 19 voluntários para ler o romance Pompeii, de Robert Harris. Eles se comprometiam a ler 30 páginas por dia, devendo responder a questionários para comprovar a realização da tarefa. Além disso, antes, durante e depois do experimento, seus cérebros eram escaneados para monitorar as atividades. Os resultados das ressonâncias mostraram que: 1) a atividade da área de compreensão textual ficou mais ágil, ou seja, sua capacidade interpretativa foi desenvolvida e 2) a cada cena de ação, o cérebro respondia da mesma forma que responde às atividades físicas em questão: correr, nadar, etc.

Incrível, não é? Será que ler, além de tudo, emagrece? Bem, a pesquisa não fala sobre isso. Também não se sabe ao certo quanto tempo duram esses efeitos no cérebro, após o fim da leitura. Então, o ideal é estar sempre em contato com os romances, e livros em geral, um delicioso alimento para a inteligência.
Outra pesquisa, da Universidade de Washington e Lee, constatou que pessoas que leem têm mais empatia. A experiência foi feita de maneira simples: voluntários leram histórias curtas e em seguida conversavam com os pesquisadores sobre o quanto tinham gostado do texto; no meio da conversa, os pesquisadores derrubavam canetas no chão, fazendo parecer acidental. Foi percebido que, quanto maior a identificação com a história lida, maior a disposição a levantar e ajudar a recolher as canetas. Isso se explica devido à empatia que o leitor sente em relação aos personagens de um livro, o que o torna mais propício a ser tolerante e solícito com as pessoas na vida real.
Portanto, agora você já tem uma base científica para convencer aquele seu amigo que ainda não curte muito ler a mergulhar de cabeça no universo literário. Ele só tem a ganhar: além de se divertir com o enredo, pode se tornar uma pessoa mais ágil na interpretação textual, mais inteligente, mais legal, etc.
Está esperando o que para agarrar o livro mais próximo? Mãos à obra, quer dizer, cérebro à obra! ;)  (Fonte: Homo Literatus)

Cursos universitários estudam Game of Thrones























Mesmo para alguns dos fãs mais devotos de Game of Thrones, a complexidade e diversidade no enredo da série de drama e fantasia inspirada na obra de George R. R. Martin pode tornar-se, por vezes, difícil de acompanhar. Agora, para não perder o fio da meada, qualquer fã da série mais populares dos últimos anos já se pode tornar num especialista nas histórias de vingança, conquista, traição e amor dos Lannister, dos Stark, dos Targaryen e companhia.

Só este ano, já foram criados dois cursos universitários para se estudar as encruzilhadas de Game of Thrones. Na Universidade de Berkeley, na Califórnia, um novo curso de verão pretende explorar os temas, as teorias, os simbolismos e os aspetos mais controversos da série protagonizada por Peter Dinklage, Emilia Clarke, Lena Headey e Kit Harington. Os alunos do curso irão examinar todos os detalhes do formato da HBO, incluindo "as suas implicações sociais e políticas, o aspeto religioso, a pobreza e a forma como as mulheres são retratadas", descreve a imprensa norte-americana.

Já na primavera deste ano, também a Universidade do Norte de Illinois lançou um novo curso sobre a trama que lidera, atualmente, a corrida ao Emmy com 24 nomeações ao todo.
Mas a extensão de Game of Thrones ao mundo real da educação não para por aí. Já no verão do ano passado, a Universidade da Virginia, nos EUA, pertimiu aos seus alunos tirar um curso intensivo, de quatro semanas, para estudar a série.

A sexta temporada da série já está sendo gravada, a maior parte na Irlanda do Norte. Os dez novos episódios deverão retornar só no início de abril de 2016, como habitual. Se Jon Snow volta ou não na próxima temporada, é a pergunta que os fãs querem ver respondida. (Fonte: Jornal de Notícias)

E aí?
Alguém desejando ardentemente voltar aos estudos? :D

The Lizzie Bennet Diaries



Eu não sei quantos aqui já conhecem esse canal no Youtube, mas acredito que a maioria deve conhecer, uma vez que ele é bem famoso.

Se você gosta de Orgulho e Preconceito, de Jane Austen, é certeza de que vai adorar o canal!

Mas por quê? - você me pergunta, e eu te respondo.

The Lizzie Bennet Diaries é uma fantástica adaptação de Orgulho e Preconceito. A protagonista, Elizabeth Bennet, agora é uma jovem de 24 anos, estudante, que mora com seus pais e suas irmãs, e agora adquiriu o hobby de fazer vlogs e publicar na internet, falando sobre sua família e o seu dia a dia.

Jane, sua irmã mais velha, é toda doce, enquanto Lydia, a mais nova, é destrambelhada que só vendo! O vizinho, Bing Lee (o Bingley, em Orgulho e Preconceito) agora é estudante de medicina, e Darcy é herdeiro de um magnata da indústria do entretenimento.

Quem já leu o livro ou viu alguma das adaptações dele para o cinema, certamente vai se divertir muito com os vídeos de The Lizzie Bennet Diaries e ver como seria se a história original se passasse nos dias de hoje.

O vlog, que na verdade é uma web série, é composto por vídeos/episódios de 2 a 5 minutos, sempre contado por Lizzie e filmado por sua melhor amiga, Charlotte. O cenário é sempre o quarto de Lizzie e, vez ou outra, se um personagem é mencionado e não está presente, ela se veste como tal ou bota a Charlotte para representá-lo, é muito engraçado.

O canal não é novo, foi criado em 9 de Abril de 2012 e a web série até já chegou ao seu final, com exatos 100 episódios. No entanto, quem não assistiu tem a chance de assistir todos agora, com a vantagem de não ter que esperar sair um episódio novo a cada semana. Pode assistir a quantos vídeos quiser por dia. E tornar a assistir toda vez que tiver vontade.

Uma sacada bem legal é que os personagens têm redes sociais e interagem através delas, o que faz com que a coisa acabe ganhando um toque de realidade, pois às vezes eles, através do twitter, apresentam pontos de vista diferentes dos de Lizzie.

Essa ideia da web série de uma adaptação de Orgulho e Preconceito é de Hank Green, irmão de John Green – sim, o escritor.

Enfim, chega de falar. Fica aqui pra vocês o primeiro episódio. Quem não conhece ainda, tem agora o prazer de conhecer. Para acompanhar o restante, basta acessar o canal no Youtube.


Espero que tenham gostado! :)




E aí, vocês assistem, conhecem? Gostam?
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